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Estimativas da polícia mostraram cerca de 3,5 milhões de manifestantes em todo o país.
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A polícia estima que participaram cerca de 3,5 milhões de manifestantes a nível nacional.
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Alguns dos protestos ocorreram em áreas antes consideradas redutos do Partido dos Trabalhadores, do qual Rousseff era líder.
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Algumas das manifestações ocorreram em locais que eram considerados bastiões do Partido Trabalhista, cujo líder era Rousseff.
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A Bill and Melinda Gates Foundation processou a Petrobras e seus auditores, PriceWaterhouseCoopers, como resultado do escândalo de corrupção.
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A Bill and Melinda Gates Foundation processou a Petrobras e os respetivos auditores, a PriceWaterhouseCoopers, como resultado do escândalo de corrupção.
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Mais tarde, em setembro de 2018, a Petrobras concordou em pagar $853,2 milhões de acordo.
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Mais tarde, em setembro de 2018, a Petrobras comprometeu-se a pagar 853,2 milhões de dólares como liquidação.
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O site da Petrobras indica várias iniciativas para preservar o ambiente.
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O Website da Petrobras indica várias iniciativas para preservar o ambiente.
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Entre elas estão esforços para dar apoio a ecossistemas do oceano e das florestas.
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Estas incluem esforços para apoiar os ecossistemas do oceano e da floresta.
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Em especial, a Petrobras patrocinou estudos populacionais e iniciativas de preservação de baleias-jubarte no nordeste do Brasil.
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Em especial, a Petrobras patrocinou estudos das populações e esforços para a conservação das baleias-jubarte no nordeste do Brasil.
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As iniciativas da empresa ajudaram a recuperar as populações de baleia-jubarte do Brasil de 2.000 na metade dos anos 90 para mais de 9.000 em 2008.
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As iniciativas da empresa ajudaram a aumentar a população de baleias-jubarte do Brasil de 2000 em meados da década de noventa para mais de 9000 em 2008.
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A Petrobras endossa o Pacto Global das Nações Unidas, um acordo voluntário sobre direitos humanos, condições de trabalho, corrupção e o ambiente.
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A Petrobras subscreve o Pacto Mundial das Nações Unidas, um acordo voluntário relacionado com os direitos humanos, condições de trabalho, corrupção e o ambiente.
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Em 2008, a empresa de consultoria espanhola Management and Excellence nomeou a Petrobras a empresa de petróleo mais sustentável do mundo.
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Em 2008, a empresa de consultoria espanhola Management and Excellence nomeou a Petrobras a empresa petrolífera mais sustentável a nível mundial.
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Rossio tornou-se um lugar importante na cidade durante os séculos 13 e 14, quando a população da cidade se espalhou pela área mais baixa ao redor do monte do Castelo de Lisboa.
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O Rossio tornou-se um local importante na cidade durante os séculos XIII e XIV, quando a população da cidade se expandiu para a área mais baixa que envolve as colinas do Castelo de Lisboa.
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O nome "rossio" é a grosso modo equivalente à palavra "comuns" em português, e refere-se a um terreno de propriedade comum.
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O nome "rossio" é o equivalente aproximado da palavra "commons" (terras comunais) em inglês e diz respeito a um terreno comum.
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Perto de 1450, o Palácio dos Estaus, que servia para abrigar dignitários e nobres estrangeiros que visitavam Lisboa, foi construído no lado norte da praça.
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Por volta de 1450, o Palácio dos Estaus, destinado para receber dignitários estrangeiros e nobres que visitavam Lisboa, foi construído no lado norte da praça.
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Após o início da Inquisição em Lisboa, o Palácio dos Estaus tornou-se sua base, e Rossio era usada frequentemente como local de execuções públicas.
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Após a instalação da Inquisição em Lisboa, o Palácio dos Estaus tornou-se a sua sede e o Rossio era o local frequentemente utilizado para as execuções públicas.
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O primeiro auto-da-fé aconteceu em 1540.
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O primeiro auto-de-fé teve lugar em 1540.
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Em 1492, o Rei João II ordenou a construção de uma das infraestruturas civis e de caridade mais importantes da velha Lisboa, o Hospital Real de Todos os Santos (All-Saints Royal Hospital).
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Em 1492, o Rei D. João II ordenou a construção de uma das mais importantes infraestruturas civis e de beneficência na Lisboa antiga, o Hospital Real de Todos os Santos.
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O Hospital foi concluído em 1504, durante o reinado do Rei Manuel I, e ocupou todo o lado leste da praça.
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O Hospital foi concluído em 1504 durante o reinado de D. Manuel I e ocupou todo o lado leste da praça.
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Fotos antigas mostram a fachada do Hospital formada por uma longa construção com uma galeria em arco.
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Antigas reproduções mostram a fachada do Hospital como um longo edifício com uma galeria arqueada.
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O portal para a capela do Hospital, voltada para Rossio, tinha uma fachada magnífica em estilo manuelino.
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O portão da capela do Hospital, virado para o Rossio, tinha uma fachada magnífica de estilo manuelino.
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Perto do canto nordeste da praça, na verdade, na Praça de São Domingos adjacente, está o Palácio dos Almadas, famoso por sua fachada vermelha do início do século 18.
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Perto da esquina a nordeste da praça, atualmente junto ao Largo de São Domingos, está situado o Palácio dos Almadas, reconhecível pela fachada vermelha do início do século XVIII.
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Em 1640, esse Palácio era o ponto de encontro dos nobres portugueses que conspiraram contra a Espanha e que conduziram à independência de Portugal do domínio espanhol.
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Em 1640, este Palácio era um local de reunião de nobres portugueses que conspiraram contra Espanha e levaram à independência de Portugal do domínio espanhol.
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Por esse mesmo motivo, o edifício também recebeu o nome de Palácio da Independência.
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Por este motivo, o edifício é também apelidado de Palácio da Independência.
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O Convento de São Domingos foi fundado no século 13 junto ao Rossio.
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O Convento de São Domingos foi construído no século XII junto ao Rossio.
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A igreja dele foi bastante danificada pelo terremoto de 1755 e foi reconstruída no estilo barroco.
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A Igreja de São Domingos, muito danificada pelo terramoto de 1755, foi reconstruída no estilo barroco.
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Sua fachada é o maior destaque da pequena praça de São Domingos.
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A fachada ocupa grande parte do Largo de São Domingos.
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Grande parte das construções ao redor do Rossio datam da reconstrução da Baixa Pombalina realizada após o grande terremoto de 1755 em Lisboa, o que nivelou a maioria das estruturas na área, incluindo o magnífico Hospital de Todos os Santos.
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A maioria dos edifícios que rodeiam o Rossio datam da reconstrução da Baixa Pombalina, realizada após o grande terramoto de 1755 em Lisboa, que destruiu a maioria das estruturas na área, incluindo o magnífico Hospital de Todos os Santos.
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Somente o Palácio da Independência resistiu ao terremoto catastrófico.
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O único edifício que sobreviveu à catástrofe foi o Palácio da Independência.
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A reconstrução do Rossio foi realizada na segunda metade do século 18 pelos arquitetos Eugénio dos Santos e Carlos Mardel, responsáveis pela aparência típica da Pombalina dos edifícios ao redor da praça.
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A reconstrução do Rossio foi levada a cabo na segunda metade do século XVIII pelos arquitetos Eugénio dos Santos e Carlos Mardel, responsáveis pelo típico aspeto pombalino dos edifícios que rodeiam a praça.
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Da reconstrução da Pombalina data o Arco da Bandeira (Bandeira Arch), uma construção ao sul da praça com um frontão triangular barroco e um grande arco que liga o Rossio à Rua dos Sapateiros.
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Da época de reconstrução pombalina data o Arco de Bandeira, um edifício situado a sul do largo com um pedimento barroco e um arco grande que liga o Rossio à Rua dos Sapateiros.
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O Rossio ficou ligado a outra praça principal da cidade, a Praça do Comércio, por duas ruas retas: as ruas Áurea e a Augusta.
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O Rossio ficou ligado a outra praça principal da cidade, a Praça do Comércio pelas ruas Áurea e Augusta.
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Após um incêndio em 1836, o velho Palácio da Inquisição foi destruído.
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Após um incêndio em 1836, o antigo Palácio da Inquisição foi destruído.
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Graças aos esforços do escritor Almeida Garrett, decidiram construir um teatro em seu lugar.
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Graças aos esforços do escritor Almeida Garrett, foi decidido construir um teatro para substituí-lo.
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O Teatro Nacional D. Maria II, construído nos anos 1840, foi projetado pelo italiano Fortunato Lodi em estilo neoclássico.
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O Teatro Nacional D. Maria II, construído na década de 1840, foi concebido pelo italiano Fortunato Lodi no estilo neoclássico.
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Uma estátua do escritor português da Renascença Gil Vicente está localizada no frontão triangular do teatro.
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Foi erigida uma estátua do dramaturgo renascentista Gil Vicente no frontão do teatro.
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Algumas das peças de Gil Vicente foram censuradas pela Inquisição no século 16.
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No século XVI, algumas das peças de Gil Vicente foram censuradas pela Inquisição.
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No século 19, o Rossio foi pavimentado com mosaico típico português e enfeitado com fontes de bronze importadas da França.
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No século XIX, o Rossio foi pavimentado com a calçada típica portuguesa e adornado com fontes de bronze importadas de França.
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Em 1874, a Coluna de Pedro IV foi erguida.
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A Coluna de Pedro IV foi erigida em 1874.
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Nessa época, a praça recebeu seu nome oficial atual, nunca aceito pelas pessoas.
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Nesta altura, a praça recebeu o seu atual nome oficial, que nunca foi aceite pelo povo.
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Entre 1886 e 1887, outro local importante foi construído na praça: a Estação de Caminhos de Ferro do Rossio (Rossio Train Station).
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Entre 1886 e 1887, foi construído outro monumento importante na praça: a Estação de Caminhos de Ferro do Rossio.
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A Estação foi construída pelo arquiteto José Luís Monteiro e foi um acréscimo importante à infraestrutura da cidade.
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A Estação foi construída pelo arquiteto José Luís Monteiro e foi um contributo importante para as infraestruturas da cidade.
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Sua fachada neomanuelina domina o lado noroeste da praça.
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A fachada neomanuelina domina o lado noroeste da praça.
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O Rossio tem sido um local de encontro do povo de Lisboa há séculos.
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O Rossio tem sido um local de encontro dos habitantes de Lisboa há vários séculos.
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Alguns dos cafés e lojas da praça datam do século 18, como o Café Nicola, onde o poeta Manuel Maria Barbosa du Bocage costumava encontrar amigos.
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Alguns dos cafés e lojas da praça datam do século XVIII, como o Café Nicola, onde o poeta Manuel Maria Barbosa du Bocage costumava encontrar-se com amigos.
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Outras lojas tradicionais incluem a Pastelaria Suíça (1922–2018) e a Ginjinha, onde é possível degustar a bebida típica de Lisboa (Ginjinha).
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Outros estabelecimentos tradicionais incluem a Pastelaria Suíça (1922–2018) e a Ginjinha, onde pode ser provada a ginjinha típica de Lisboa.
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A construção do Teatro Maria II e dos Jardins Públicos ao norte da praça fizeram a área ser frequentada pela alta sociedade de Lisboa do século 19.
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O edifício do Teatro Dona Maria II e os Jardins Públicos a norte da praça contribuíram para a frequência da área pela alta sociedade de Lisboa no século XIX.
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Hoje em dia, ela é frequentada constantemente por lisbonenses e turistas.
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Atualmente, é frequentado por lisboetas e turistas.
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A biblioteca foi criada pelo Decreto de 29 de fevereiro de 1796, sob o nome de Biblioteca Pública Real da Corte.
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A biblioteca foi criada pelo decreto de 29 de fevereiro de 1796, sob o nome da Biblioteca Pública Real da Corte.
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O objetivo da biblioteca era permitir o acesso do público geral às coleções da corte, acabando assim com a tendência da época de disponibilizar apenas a eruditos e sábios o acesso aos tesouros, manuscritos, pinturas e livros da corte real.
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O objetivo da biblioteca era permitir o acesso geral ao público às coleções da corte, contrariando a tendência da época de disponibilizar apenas aos estudiosos e sábios o acesso a tesouros, manuscritos, quadros e livros da corte real.
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No despontar da vitória dos Liberais e da abolição das ordens religiosas (1834), a instituição foi renomeada como a Biblioteca Nacional de Lisboa e ficou encarregada oficialmente de todas as, ou parte das, bibliotecas de diversos mosteiros e conventos.
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Após a vitória dos liberais e da abolição das ordens religiosas (1834), o nome da instituição foi mudado para Biblioteca Nacional de Lisboa e foram-lhes oficialmente confiadas todas ou parte das bibliotecas de vários mosteiros e conventos.
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A chegada dessas grandes coleções tornou absolutamente necessária a mudança para um local maior, e a escolha foi pelo Convento de São Francisco.
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A chegada destas grandes coleções tornou imperativa a mudança para espaços maiores e a escolha recaiu sobre o Convento de São Francisco.
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Durante os mais de 130 anos em que operou na área de Chiado da cidade, a BNL enfrentou períodos de modernização e enriquecimento e períodos letárgicos e sombrios.
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Durante os mais de 130 anos em que funcionou na área do Chiado da cidade de Lisboa, a BNL passou por períodos de modernização e melhoramento e por períodos de cinzentismo e letargia.
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Particularmente, devemos observar os esforços feitos no século 19 para absorver as coleções dos estabelecimentos religiosos abolidos, organizar exposições bibliográficas e publicar catálogos de diversas coleções.
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Devemos referir em particular os esforços envidados no século XIX para integrar as coleções de instituições religiosas abolidas, organizar exposições bibliográficas e publicar catálogos de várias coleções.
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A proclamação da República (1910) foi seguida pela incorporação de uma nova onda de bibliotecas de outra rodada de abolições de instituições religiosas.
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A proclamação da República (1910) foi seguida da integração de uma nova vaga de bibliotecas de outra ronda de abolições de instituições religiosas.
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Entre 1920 e 1926, a BNL desfrutou de uma fase na qual deu um grande passo adiante no campo das ciências de bibliotecas e informações e se beneficiou de uma vida cultural próspera, tudo isso promovido pelo chamado “Grupo de Bibliotecas”.
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Entre 1920 e 1926, a BNL desfrutou de uma fase em que deu um passo importante na área de biblioteca e ciência da informação e beneficiou de uma vida cultural florescente, tudo isto foi promovido pelo chamado “Grupo da Biblioteca”.
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O crescimento das coleções e a necessidade por condições adequadas à conservação das riquezas da Biblioteca tornaram indispensável a construção de um edifício projetado sob medida e que daria à maior coleção bibliográfica portuguesa um lar adequado.
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O crescimento das coleções e a necessidade de condições adequadas para a conservação do vasto espólio da Biblioteca tornou indispensável a construção de um edifício concebido especificamente que proporcionasse uma casa adequada à maior coleção bibliográfica portuguesa.
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As obras começaram em 1958 com base em um projeto do arquiteto Porfírio Pardal Monteiro, e a Biblioteca foi transferida para o novo edifício na área de Campo Grande em 1969.
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As obras tiveram início em 1958, de acordo com um projeto do arquiteto Porfírio Pardal Monteiro, e a Biblioteca foi transferida para o novo edifício na área do Campo Grande, em 1969.
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O processo de informatização da Biblioteca começou nos anos 1980, junto com um projeto mais amplo que tinha o objetivo de dar suporte a todas as bibliotecas de Portugal, o que resultou na criação do Banco de Dados Bibliográfico Nacional – PORBASE.
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O processo de informatização da Biblioteca iniciou-se na década de 1980, em conjunto com um projeto mais abrangente para apoiar todas as bibliotecas de Portugal de que resultou a criação da Base Nacional de Dados Bibliográficos, PORBASE.
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Ao mesmo tempo, enquanto se adaptava ao processo de evolução tecnológica, a Biblioteca continuou enriquecendo suas coleções.
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A Biblioteca, ao mesmo tempo que se adaptava ao processo de evolução tecnológica, continuava a enriquecer as suas coleções.
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Particularmente importante foi a criação de um Arquivo de Documentos Pessoais de Escritores, mas diversas iniciativas importantes também foram realizadas com relação à padronização da biblioteca e de técnicas de informação, preservação e conservação e atividades culturais.
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A criação de um Arquivo de Documentos Pessoais dos Escritores foi muito importante, mas foram também realizadas várias iniciativas de envergadura no que respeita à uniformização das técnicas bibliotecárias e de informação, preservação e conservação e atividades culturais.
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No início deste século, a Biblioteca acompanhou a tendência internacional de digitalização de coleções bibliográficas com a criação da Biblioteca Nacional Digital (BND), que cresce num ritmo constante e trabalha em conjunto com outras instituições europeias.
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No início deste século, a Biblioteca tem acompanhado a tendência internacional para a digitalização de coleções bibliográficas, através da criação da Biblioteca Nacional Digital (BND) que está a expandir-se constantemente e funciona em estreita parceria com outras instituições europeias.
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Em 2007, já com mais de 200 anos, a Instituição foi rebatizada de Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) e começou um processo de restruturação que busca enriquecer e difundir a herança bibliográfica da nação, além de modernizar, organizar e melhorar suas próprias operações de um jeito que sirva ao público, à comunidade profissional e aos editores e livreiros.
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Criado há mais de 200 anos, o nome do Instituto foi alterado para Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) em 2007 e iniciou um processo de restruturação com o objetivo de enriquecer e publicitar o património bibliográfico da Nação e para modernizar, racionalizar e melhorar as suas operações de modo a servir o público, a comunidade profissional, bem como os editores e livreiros.
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A missão da BNP é coletar, processar e preservar o legado de documentos portugueses, incluindo documentos em português e sobre Portugal, independentemente do formato ou meio.
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A missão da BNP é recolher, processar e preservar o património documental português, incluindo documentos em português e sobre Portugal, seja qual for o formato ou o suporte.
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Ela também é encarregada pelo estudo e disseminação desse legado e pela garantia das condições necessárias para as pessoas poderem desfrutar dela, além da classificação e organização em inventário dos ativos do legado bibliográfico da nação.
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É também responsável pelo estudo e divulgação desse património e por garantir as condições que as pessoas necessitam para poderem usufrui-lo, bem como classificar e fazer um inventário dos bens do património bibliográfico da Nação.
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Sob essa definição, estabelecida na Lei Orgânica que rege a BNP, a Biblioteca segue buscando a essência dos propósitos e objetivos fundamentais para os quais foi criada em 1796, mas também é responsável pelo provisionamento de uma gama mais variada de serviços à cultura portuguesa e ao público em geral – entre outras maneiras, por meio do Catálogo Online de nossas coleções e da Biblioteca Nacional Digital – e aos profissionais nos setores de publicação, informações e documentação.
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Ao abrigo desta definição, que está estipulada na Lei Orgânica que rege a BNP, a Biblioteca continua a prosseguir a essência das finalidades e objetivos fundamentais para as quais foi criada em 1796, mas é também responsável pela disponibilização de uma maior gama de serviços para a cultura portuguesa e para o público em geral, bem como os profissionais responsáveis pelos setores de publicação, informação e documentação. Entre outros meios de comunicação, destacam-se o Catálogo Online das coleções e a Biblioteca Nacional Digital, e os profissionais responsáveis pelos setores de publicação, informação e documentação.
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Para esse fim, a BNP age como a Agência Bibliográfica Nacional, que é responsável pelo depósito legal obrigatório de publicações e pelos serviços de ISSN, ISMN e CIP (catálogo em publicação) do país, pelo registro e disseminação da Bibliografia Nacional Portuguesa e pela coordenação e gerenciamento do PORBASE – o Banco de dados Bibliográfico Nacional.
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Para esse efeito, a BNP funciona como uma Agência Bibliográfica Nacional, responsável pelo depósito legal obrigatório de publicações e pelos serviços de ISSN, ISMN e CIP (Catalogação na Publicação), gravação e divulgação da Bibliografia Nacional Portuguesa, bem como pela coordenação e gestão da PORBASE, Base Nacional de Dados Biográficos.
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Nesse sentido, ela também executou diversas ações que ajudam a promover o desenvolvimento profissional de bibliotecas, em conjunto com a função de órgão responsável por padrões nacionais de documentação e informações em Portugal.
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Neste aspeto, realizou também várias ações para ajudar a promover o desenvolvimento profissional de bibliotecas, em conjunto com a sua função de órgão responsável pelas normas nacionais respeitantes à documentação e informação em Portugal.
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A proteção e aprimoramento do legado bibliográfico do país são outros dois aspectos fundamentais da missão da BNP, em sua função dupla como entidade responsável pela preservação e controle desse legado e mantenedora da maior coleção de tesouros bibliográficos de Portugal.
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Proteger e melhorar o património bibliográfico do país são dois outros aspetos fundamentais da missão da BNP, na sua dupla função de entidade responsável pela preservação e controlo desse património e zeladora da maior coleção de tesouros bibliográficos de Portugal.
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Ela também é encarregada do estudo e disseminação disso em Portugal e no exterior, o que é realizado por meio de diversos projetos que envolvem a cooperação interinstitucional, exposições, atividades de pesquisa e publicações.
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É também responsável pelo estudo e divulgação deste património em Portugal e no estrangeiro através de vários projetos que incluem cooperação interinstitucional, exposições, atividades de investigação e publicações.
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A Biblioteca Nacional de Portugal é a maior biblioteca do país, além de ser uma instituição de prestígio no cenário cultural.
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A Biblioteca Nacional de Portugal é a maior biblioteca no país e uma instituição prestigiada na cena cultural.
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Ela coleta, processa e preserva o legado bibliográfico da nação e o disponibiliza para a comunidade intelectual e científica.
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Recolhe, processa e preserva o património bibliográfico da Nação e disponibiliza-a à comunidade intelectual e científica.
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A Biblioteca Nacional de Portugal tem uma ampla variedade de coleções que abrange a documentação de todas as eras, de todos os tipos e assuntos.
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A Biblioteca Nacional de Portugal tem uma grande diversidade de coleções, que englobam documentação de todas as épocas, tipologias e assuntos.
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Uma combinação do sistema de depósito legal, de aquisições e de doações significa que nosso acervo evolui constantemente.
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A combinação do sistema de depósito legal, aquisições e doações significa que os nossos acervos estão em constante evolução.
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Uma ênfase especial é dispensada às obras portuguesas.
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É dada especial ênfase às obras portuguesas.
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A Coleção Geral é a maior da BNP, com mais de 3 milhões de itens, grande parte publicações portuguesas.
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A Coleção Geral é a maior da BNP, incluindo mais de 3 milhões de itens, grande parte pertencente a publicações portuguesas.
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Ela cobre o período dos séculos 16 ao 21.
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Abrange o período entre os séculos XVI e XXI.
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Composta inicialmente pelo acervo da Biblioteca da Real Mesa Censória e das bibliotecas de conventos abolidas em 1834, a coleção é dividida em seções de monografias por tópico principal, um conjunto de coleções especiais que foram doadas para nós ao longo dos anos e uma coleção enorme de 50.000 títulos periódicos portugueses e cerca de 240 estrangeiros.
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Composta inicialmente pelos acervos da Biblioteca da Real Mesa Censória e das bibliotecas dos conventos que foram abolidos em 1834, a coleção divide-se em secções de monografias por temas importantes, um conjunto de coleções especiais que nos foram doadas ao longo dos anos e uma vasta coleção de 50 000 títulos de periódicos portugueses e cerca de 240 estrangeiros.
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A Coleção Geral contém sistematicamente tudo o que foi publicado em Portugal e fornecido à Biblioteca sob o sistema de Depósito Legal desde 1931.
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A Coleção Geral contém sistematicamente tudo o que foi publicado em Portugal e fornecido à Biblioteca ao abrigo do sistema de depósito legal desde 1931.
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Ela também inclui essas e ouras obras acadêmicas produzidas nas universidades de Portugal, que também foram sujeitas ao depósito legal obrigatório desde 1986.
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Inclui também teses e outros trabalhos académicos produzidos nas universidades de Portugal, que foram também sujeitos ao depósito legal obrigatório desde 1986.
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As coleções diversas que chamamos genericamente de "Livros e manuscritos raros" abrangem ativos legados valiosos e importantes nos acervos da BNP.
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As várias coleções apelidadas genericamente de "Livros e manuscritos raros" incluem os acervos mais valiosos e importantes do património da BNP.
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A coleção de Manuscritos é composta atualmente por seis coleções, com documentos de biblioteca e arquivos de diversos gêneros e tipos e com uma ampla gama de origens, do século 12 até o presente.
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Atualmente, a coleção de manuscritos é composta por seis coleções que incluem documentos de biblioteca e arquivo de vários estilos, tipologias e uma grande variedade de origens, do século XII até à data.
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A coleção geral contém um total de cerca de 15 mil códices e 36 mil manuscritos variados.
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A coleção geral inclui um total de cerca de 15 000 códices e 36 000 manuscritos diversos.
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A coleção de Livros Impressos raros é composta por uma seleção de obras cuja raridade, idade ou características de publicação garantem a eles um lugar na "Reserva Valiosa" de livros impressos da BNP, a qual contabiliza mais de 30.000 itens.
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A coleção de livros impressos raros é composta por uma seleção de obras cuja raridade, idade ou características de publicação lhes permitiu ganhar um lugar na "Reserva Valiosa" da BNP de livros impressos, que ascende a mais de 30 000 itens.
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Há duas seções principais divididas com base na idade: até 1500 (Incunábulos); e impressos desde 1501 (Livros raros).
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Há duas secções principais, que se dividem por ordem cronológica: até 1500 (incunábulos) e impressos a partir de 1501 (livros raros).
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Também temos outras coleções diferentes, agrupadas com base em alguns critérios diferentes, tais como assunto, gráfica ou características especiais.
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Dispõe também de várias outras coleções, que estão agrupadas com base em vários critérios diferentes, como tema, editora ou características especiais.
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O Arquivo Histórico contém documentos arquivados de diversas fontes, com ênfase em arquivos pessoais e familiares.
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O Arquivo Histórico inclui documentos de arquivo de várias fontes, com ênfase em arquivos pessoais e de família.
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Os documentos mais antigos datam do século 11.
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Os documentos mais antigos datam do século XI.
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No total, há cerca de 466 coleções separadas (ou partes de coleções).
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No total, é composto por 466 coleções separadas (ou partes de coleções).
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O Arquivo Histórico da própria BNP está incluído sob este título.
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O Arquivo Histórico da BNP está incluído neste título.
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Atualmente, o Arquivo de Cultura Portuguesa Contemporânea (ACPC) abriga as coleções de documentos pessoais de 148 escritores e outras figuras dos séculos 19 e 20.
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O Arquivo de Cultura Portuguesa Contemporânea (ACPC) alberga atualmente as coleções de documentos pessoais de 148 escritores e outras figuras dos séculos XIX e XX.
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Entre os principais nomes estão Fernando Pessoa, Eça de Queirós, Camilo Castelo Branco, Camilo Pessanha, Antero de Quental, Oliveira Martins, Jaime Cortesão, Raul Proença, Vitorino Nemésio, Vergílio Ferreira e José Saramago, entre outros.
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As figuras de destaque incluem Fernando Pessoa, Eça de Queirós, Camilo Castelo Branco, Camilo Pessanha, Antero de Quental, Oliveira Martins, Jaime Cortesão, Raul Proença, Vitorino Nemésio, Vergílio Ferreira e José Saramago, entre outras.
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A coleção Cartografia contém cerca de 6.800 títulos compostos por atlas impressos e manuscritos, mapas e planos criados e/ou publicados desde o século 16.
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A coleção de cartografia inclui cerca de 6800 títulos compostos por atlas impressos e manuscritos, mapas e planos que têm sido escritos e/ou publicados desde o século XVI.
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Apesar de a coleção incluir representações cartográficas de todas as partes do mundo, grande parte dos itens retratam Portugal e seus ex-domínios estrangeiros.
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Apesar da coleção incluir representações cartográficas de cada parte do mundo, a maioria dos itens retrata Portugal e os seus antigos domínios ultramarinos.
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As coleções Iconográficas contêm cerca de 117.000 imagens impressas e formaram uma seção especializada da Biblioteca desde 1976.
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As coleções iconográficas incluem cerca de 117 000 imagens em papel e têm constituído uma secção especializada da Biblioteca desde 1976.
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Elas eram formadas originalmente por três coleções iniciais que pertenciam à Divisão de Livros e Manuscritos Raros (Impressos, Desenhos e Imagens Religiosas), mas foram organizadas em uma coleção separada quando a Biblioteca tomou consciência da importância delas para o estudo da história, sociologia, arte etc., e reconheceu o valor do legado.
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Foram criadas originalmente a partir de três coleções iniciais, que pertenciam ao Departamento de Livros e Manuscritos Raros (Impressões, Desenhos e Imagens Religiosas), mas foram organizadas numa coleção separada quando a Biblioteca tomou plena consciência da sua importância para o estudo da História, Sociologia, Arte, entre outras áreas, e reconheceu o seu valor patrimonial.
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A Coleção Musical da BNP é uma das mais importantes de Portugal e é especialmente útil para pesquisa histórica e musicológica.
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A Coleção de Música da BNP é uma das mais importantes em Portugal e é especialmente útil para a investigação histórica e musicológica.
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Ela contém mais de 50.000 itens que variam dos séculos 12 ao 20, grande parte deles produzida em Portugal.
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Inclui mais de 50 000 itens, do século XII ao século XX, a maioria dos quais foram produzidos em Portugal.
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Além das partituras impressas e manuscritas, ela oferece livros e periódicos sobre assuntos musicais, libretos, programas, cartazes, fotografias, uma variedade de arquivos pessoais e institucionais e outros materiais vinculados à produção de música e gravações musicais.
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Além de partituras impressas e manuscritas, inclui livros e publicações periódicas sobre temas musicais, libretos, programas, cartazes, fotografias, vários arquivos pessoais e institucionais e outros materiais associados à produção de música e gravações musicais.
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O serviço de leitura para deficientes visuais contém e produziu obras em Braille e audiolivros desde 1969.
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O serviço de leitura para deficientes visuais integra e produz, desde 1969, obras em Braille e livros sonoros.
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O serviço usa os formatos impressos, de fita magnética e digital.
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Os suportes disponíveis são o papel, a fita magnética e o digital.
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Ele tem mais de 7.000 itens em Braille, incluindo 4.000 obras musicais e 1.575 títulos em áudio.
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Inclui mais de 7000 itens em Braille, incluindo 4000 obras musicais e 1575 títulos em áudio.
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